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Se o motor é o coração do seu carro, o óleo automotivo é o sangue que o mantém pulsando com saúde e vigor. Esse fluido vital é um dos componentes mais importantes para o bom funcionamento do veículo, e a escolha e troca corretas são absolutamente cruciais para garantir a durabilidade, o desempenho e a eficiência do motor.
No entanto, ainda existem muitas informações sobre óleo para carro que, infelizmente, acabam não chegando nos condutores. É comum que muitos se perguntem: qual a diferença entre mineral e sintético? O que significam aquelas letras e números na embalagem? E, afinal, qual o melhor óleo automotivo para o meu veículo?
Para desmistificar o assunto e te ajudar a cuidar bem do seu motor, preparamos um guia completo que explicará os tipos de óleo automotivo, como decifrar as especificações e a importância dos cuidados e da troca periódica.
Muitos pensam que a função do óleo é apenas lubrificar, mas seu trabalho é muito mais complexo e vital. Ele atua em quatro frentes principais para proteger seu motor:
Para escolher o óleo certo, o primeiro passo é entender que existem três tipos básicos no mercado, classificados pelo processo de fabricação de sua base: mineral, sintético e semissintético.
Embora os óleos sintéticos geralmente ofereçam maior tecnologia, a qualidade final de um lubrificante é definida pela combinação de sua base com seu pacote de aditivos. Por isso, mais importante do que a classificação (mineral ou sintético), é seguir a especificação de performance (como API e ACEA) exigida no manual do seu carro. Vamos entender as características de cada tipo.
Portanto, mais importante que a classificação, é entender as características de cada tipo e, acima de tudo, seguir a especificação recomendada pelo fabricante do seu veículo.
É o tipo mais tradicional. Sua base é obtida através do refino direto do petróleo. Por ter uma estrutura molecular menos uniforme, ele tende a ter uma vida útil menor, exigindo trocas em intervalos mais curtos.
Geralmente, é uma opção com bom custo-benefício, muito utilizada e recomendada para motores de projetos mais antigos ou menos exigentes.
O óleo sintético é sinônimo de alta tecnologia. Embora também possa ser derivado do petróleo, sua base passa por processos químicos e de refino muito mais complexos, resultando em moléculas mais puras, uniformes e estáveis.
Esse processo avançado, combinado com um pacote de aditivos de alta performance, confere ao óleo sintético características superiores, como:
Por essas razões, é o tipo mais indicado para motores modernos, turbo e de alta performance, que operam sob condições mais severas.
Como o nome sugere, o óleo semissintético (também chamado de “base sintética”) é uma mistura de bases minerais e sintéticas. Ele foi desenvolvido para oferecer um equilíbrio inteligente, combinando parte da performance e da durabilidade do óleo sintético com um custo mais acessível, próximo ao do mineral.
É uma opção intermediária extremamente popular, atendendo a uma vasta gama de veículos modernos.

Os óleos automotivos possuem várias especificações de viscosidade e desempenho. Veja como diferenciar cada um.
A embalagem do óleo traz siglas e números que parecem complicados, mas são fáceis de entender e cruciais para a escolha certa.
Essa é a classificação da SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e indica a fluidez do óleo em diferentes temperaturas.
Um óleo 5W-30, por exemplo, é mais fino na partida a frio que um 15W-40, garantindo uma lubrificação mais rápida das peças.
Essa sigla indica o nível de performance e aditivação do óleo. A mais comum é a API (American Petroleum Institute):
A segunda letra indica a evolução da fórmula. Um óleo API SP é mais moderno e superior a um API SN, que por sua vez é superior a um SL, e assim por diante.
Com tantas opções e tecnologias diferentes, é normal ter a dúvida de qual seria a melhor escolha para o seu veículo. No entanto, a resposta é simples: o melhor óleo automotivo é sempre aquele recomendado pelo fabricante do seu veículo.
Essa informação está no manual do proprietário. É lá que a montadora especifica a viscosidade (ex: 5W-30) e a classificação de desempenho (ex: API SP) exatas para as quais o motor foi projetado.
Usar um óleo diferente, mesmo que seja “melhor” ou “mais caro”, pode comprometer a lubrificação, aumentar o consumo e causar danos a longo prazo.
É por isso que a Moura, com toda a sua expertise em energia e componentes automotivos, desenvolveu a linha Lubel. Com óleos sintéticos, semissintéticos e minerais, a Lubel oferece produtos de alta qualidade que atendem às mais rigorosas especificações das montadoras, garantindo que você encontre o óleo exato que o seu carro precisa.

A troca de óleo é um dos pilares da manutenção preventiva e não deve ser negligenciada.
Você mesmo pode fazer essa verificação rápida em casa:
Não é recomendado. Misturar óleos de marcas, viscosidades ou tipos diferentes (mineral com sintético, por exemplo) pode comprometer a eficácia dos aditivos e alterar as propriedades de lubrificação.
Em uma emergência, para completar o nível, é melhor usar um óleo com a mesma especificação (viscosidade e API), mesmo que de outra marca. No entanto, o ideal é realizar a troca completa do óleo e do filtro assim que possível.
O escurecimento do óleo é um bom sinal! Isso significa que os aditivos detergentes presentes no lubrificante estão fazendo seu trabalho: limpar o motor e remover partículas de carbono e outras impurezas resultantes da queima do combustível.
O óleo “sujo” é a prova de que ele está mantendo o motor limpo por dentro. A preocupação deve ser com o prazo de troca (por tempo ou quilometragem), e não apenas com a cor.
Um consumo mínimo de óleo entre as trocas pode ser normal, especialmente em motores mais rodados. Os fabricantes preveem uma pequena queima de óleo durante o funcionamento.
No entanto, se você precisa completar o nível com frequência, isso pode ser um sinal de alerta para problemas como vazamentos (juntas, retentores) ou desgaste interno do motor (anéis, pistões). Nesse caso, é fundamental levar o carro a um mecânico de confiança para uma avaliação.
O óleo 20W-50 é mais viscoso (“grosso”) e geralmente recomendado para motores mais antigos, projetados com maiores folgas internas. Seu uso em motores modernos, que pedem óleos mais finos, pode dificultar a lubrificação na partida a frio e aumentar o consumo de combustível.
O 15W-40 é um óleo multiviscoso muito versátil, comumente especificado para uma ampla gama de motores, desde carros de passeio a gasolina/etanol até veículos utilitários e picapes com motor a diesel, sempre dependendo da recomendação da montadora.
Ainda ficou com alguma dúvida nesse assunto? Separamos esse vídeo pra que você entenda mais sobre a importância da lubrificação para motores.
Com a mesma qualidade e confiança que você já conhece das baterias Moura, a linha Lubel foi desenvolvida para oferecer a máxima proteção ao seu motor. Com um portfólio completo que inclui óleos minerais, semissintéticos e 100% sintéticos, a Lubel atende às mais diversas especificações das montadoras.
A tecnologia de aditivos da Lubel garante:
Seja para carros de passeio, SUVs, picapes ou veículos pesados, existe um Lubel perfeito para o seu motor. Descubra o seu!
〽️ Energia para mover o futuro.

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