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Tudo o que você precisa saber sobre óleo automotivo

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Tudo o que você precisa saber sobre óleo automotivo

Escrito por: Baterias Moura

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Se o motor é o coração do seu carro, o óleo automotivo é o sangue que o mantém pulsando com saúde e vigor. Esse fluido vital é um dos componentes mais importantes para o bom funcionamento do veículo, e a escolha e troca corretas são absolutamente cruciais para garantir a durabilidade, o desempenho e a eficiência do motor.

No entanto, ainda existem muitas informações sobre óleo para carro que, infelizmente, acabam não chegando nos condutores. É comum que muitos se perguntem: qual a diferença entre mineral e sintético? O que significam aquelas letras e números na embalagem? E, afinal, qual o melhor óleo automotivo para o meu veículo?

Para desmistificar o assunto e te ajudar a cuidar bem do seu motor, preparamos um guia completo que explicará os tipos de óleo automotivo, como decifrar as especificações e a importância dos cuidados e da troca periódica.

Qual a função do óleo no motor do carro?

Muitos pensam que a função do óleo é apenas lubrificar, mas seu trabalho é muito mais complexo e vital. Ele atua em quatro frentes principais para proteger seu motor:

  • Lubrificação: sua função mais conhecida. Ele cria uma película protetora entre as peças móveis do motor (como pistões, anéis e virabrequim), reduzindo o atrito e o desgaste.
  • Refrigeração: o óleo ajuda a dissipar o calor intenso gerado pela queima do combustível, auxiliando o sistema de arrefecimento a manter o motor na temperatura ideal de funcionamento.
  • Limpeza: ele age como um detergente, removendo partículas de metal, resíduos de carbono e outras impurezas (a famosa “borra”) que se formam no motor, mantendo-o limpo e eficiente.
  • Proteção contra corrosão: os aditivos presentes no óleo criam uma barreira que protege os componentes metálicos internos contra a oxidação e a corrosão.

Os tipos de óleo automotivo

Para escolher o óleo certo, o primeiro passo é entender que existem três tipos básicos no mercado, classificados pelo processo de fabricação de sua base: mineral, sintético e semissintético

Embora os óleos sintéticos geralmente ofereçam maior tecnologia, a qualidade final de um lubrificante é definida pela combinação de sua base com seu pacote de aditivos. Por isso, mais importante do que a classificação (mineral ou sintético), é seguir a especificação de performance (como API e ACEA) exigida no manual do seu carro. Vamos entender as características de cada tipo.

Portanto, mais importante que a classificação, é entender as características de cada tipo e, acima de tudo, seguir a especificação recomendada pelo fabricante do seu veículo.

Óleo Mineral

É o tipo mais tradicional. Sua base é obtida através do refino direto do petróleo. Por ter uma estrutura molecular menos uniforme, ele tende a ter uma vida útil menor, exigindo trocas em intervalos mais curtos

Geralmente, é uma opção com bom custo-benefício, muito utilizada e recomendada para motores de projetos mais antigos ou menos exigentes.

Óleo Sintético

O óleo sintético é sinônimo de alta tecnologia. Embora também possa ser derivado do petróleo, sua base passa por processos químicos e de refino muito mais complexos, resultando em moléculas mais puras, uniformes e estáveis. 

Esse processo avançado, combinado com um pacote de aditivos de alta performance, confere ao óleo sintético características superiores, como:

  • Maior resistência a altas temperaturas e à oxidação.
  • Maior poder de limpeza do motor.
  • Performance mais estável por mais tempo, permitindo intervalos de troca mais longos.

Por essas razões, é o tipo mais indicado para motores modernos, turbo e de alta performance, que operam sob condições mais severas.

Óleo Semissintético

Como o nome sugere, o óleo semissintético (também chamado de “base sintética”) é uma mistura de bases minerais e sintéticas. Ele foi desenvolvido para oferecer um equilíbrio inteligente, combinando parte da performance e da durabilidade do óleo sintético com um custo mais acessível, próximo ao do mineral. 

É uma opção intermediária extremamente popular, atendendo a uma vasta gama de veículos modernos.

Como entender a “sopa de letrinhas”: decifrando a embalagem do óleo

Pessoa de luvas colocando óleo automotivo em um motor de carro.

Os óleos automotivos possuem várias especificações de viscosidade e desempenho. Veja como diferenciar cada um.

A embalagem do óleo traz siglas e números que parecem complicados, mas são fáceis de entender e cruciais para a escolha certa.

Viscosidade (SAE): o que significa 15W-40, 5W-30, etc.?

Essa é a classificação da SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e indica a fluidez do óleo em diferentes temperaturas.

  • O primeiro número seguido da letra “W” (de Winter, inverno em inglês) indica a viscosidade do óleo em baixas temperaturas (partida a frio). Quanto menor o número, mais “fino” e mais fácil o óleo flui quando o motor está frio.
  • O segundo número indica a viscosidade em altas temperaturas (motor em funcionamento).

Um óleo 5W-30, por exemplo, é mais fino na partida a frio que um 15W-40, garantindo uma lubrificação mais rápida das peças.

Classificação de Desempenho (API e ACEA)

Essa sigla indica o nível de performance e aditivação do óleo. A mais comum é a API (American Petroleum Institute):

  • A letra “S” (de Spark, faísca) é para motores a gasolina, etanol ou GNV.
  • A letra “C” (de Compression) é para motores a diesel.

A segunda letra indica a evolução da fórmula. Um óleo API SP é mais moderno e superior a um API SN, que por sua vez é superior a um SL, e assim por diante.

Qual o melhor óleo automotivo para o meu carro?

Com tantas opções e tecnologias diferentes, é normal ter a dúvida de qual seria a melhor escolha para o seu veículo. No entanto, a resposta é simples: o melhor óleo automotivo é sempre aquele recomendado pelo fabricante do seu veículo.

Essa informação está no manual do proprietário. É lá que a montadora especifica a viscosidade (ex: 5W-30) e a classificação de desempenho (ex: API SP) exatas para as quais o motor foi projetado. 

Usar um óleo diferente, mesmo que seja “melhor” ou “mais caro”, pode comprometer a lubrificação, aumentar o consumo e causar danos a longo prazo.

É por isso que a Moura, com toda a sua expertise em energia e componentes automotivos, desenvolveu a linha Lubel. Com óleos sintéticos, semissintéticos e minerais, a Lubel oferece produtos de alta qualidade que atendem às mais rigorosas especificações das montadoras, garantindo que você encontre o óleo exato que o seu carro precisa.

3 frascos de óleo para motores Lubel, da Moura.

A importância da troca de óleo: quando e por quê?

A troca de óleo é um dos pilares da manutenção preventiva e não deve ser negligenciada.

  • Por que trocar? Com o tempo e o uso, o óleo se contamina com partículas, perde suas propriedades de lubrificação e seus aditivos se esgotam. Ele deixa de proteger o motor adequadamente.
  • Quando trocar? Siga sempre o que ocorrer primeiro: a quilometragem (geralmente a cada 5.000, 7.500 ou 10.000 km) ou o tempo (a cada 6 ou 12 meses). Mesmo que o carro rode pouco, o óleo oxida em contato com o ar e precisa ser trocado por tempo.
  • Quais os riscos de não trocar? As consequências são graves e caras: formação de borra, entupimento de dutos, superaquecimento, aumento do consumo e, no pior cenário, o motor pode “bater” (fundir).

Como verificar o nível e a condição do óleo?

Você mesmo pode fazer essa verificação rápida em casa:

  1. Estacione o carro em um local plano e espere o motor esfriar por alguns minutos.
  2. Retire a vareta do óleo e limpe-a completamente com um pano limpo.
  3. Insira a vareta de volta até o fim e retire-a novamente.
  4. Verifique o nível: a marca de óleo deve estar entre as indicações de “MÍN” e “MÁX”.
  5. Observe a cor e a textura. Um óleo em bom estado tem uma cor âmbar e é fluido. Se estiver muito escuro, grosso ou com cheiro de queimado, é sinal de que a troca está próxima.

FAQ: as principais dúvidas sobre óleo automotivo

Posso misturar óleos de marcas ou tipos diferentes?

Não é recomendado. Misturar óleos de marcas, viscosidades ou tipos diferentes (mineral com sintético, por exemplo) pode comprometer a eficácia dos aditivos e alterar as propriedades de lubrificação

Em uma emergência, para completar o nível, é melhor usar um óleo com a mesma especificação (viscosidade e API), mesmo que de outra marca. No entanto, o ideal é realizar a troca completa do óleo e do filtro assim que possível.

Por que o óleo fica escuro? Significa que está ruim?

O escurecimento do óleo é um bom sinal! Isso significa que os aditivos detergentes presentes no lubrificante estão fazendo seu trabalho: limpar o motor e remover partículas de carbono e outras impurezas resultantes da queima do combustível. 

O óleo “sujo” é a prova de que ele está mantendo o motor limpo por dentro. A preocupação deve ser com o prazo de troca (por tempo ou quilometragem), e não apenas com a cor.

Meu carro está “baixando óleo”. Isso é normal?

Um consumo mínimo de óleo entre as trocas pode ser normal, especialmente em motores mais rodados. Os fabricantes preveem uma pequena queima de óleo durante o funcionamento. 

No entanto, se você precisa completar o nível com frequência, isso pode ser um sinal de alerta para problemas como vazamentos (juntas, retentores) ou desgaste interno do motor (anéis, pistões). Nesse caso, é fundamental levar o carro a um mecânico de confiança para uma avaliação.

Quando usar o óleo 20W-50?

O óleo 20W-50 é mais viscoso (“grosso”) e geralmente recomendado para motores mais antigos, projetados com maiores folgas internas. Seu uso em motores modernos, que pedem óleos mais finos, pode dificultar a lubrificação na partida a frio e aumentar o consumo de combustível.

Para qual carro é o óleo 15W-40?

O 15W-40 é um óleo multiviscoso muito versátil, comumente especificado para uma ampla gama de motores, desde carros de passeio a gasolina/etanol até veículos utilitários e picapes com motor a diesel, sempre dependendo da recomendação da montadora.

Ainda ficou com alguma dúvida nesse assunto? Separamos esse vídeo pra que você entenda mais sobre a importância da lubrificação para motores. 

Lubel: o óleo automotivo ideal para o seu veículo

Com a mesma qualidade e confiança que você já conhece das baterias Moura, a linha Lubel foi desenvolvida para oferecer a máxima proteção ao seu motor. Com um portfólio completo que inclui óleos minerais, semissintéticos e 100% sintéticos, a Lubel atende às mais diversas especificações das montadoras.

A tecnologia de aditivos da Lubel garante:

  • Máxima limpeza: Mantém o motor livre de borras e depósitos.
  • Proteção antidesgaste: Aumenta a vida útil dos componentes.
  • Estabilidade térmica: Resiste a altas temperaturas, garantindo a lubrificação ideal.

Seja para carros de passeio, SUVs, picapes ou veículos pesados, existe um Lubel perfeito para o seu motor. Descubra o seu!


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Sobre o autor

Baterias Moura

Fabricante de Baterias

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